sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Matéria da semana-( Onde eu errei?)













MATÉRIA RETIRADA DO BLOG.
CENTRAL DO CORNO MANSO
UM BLOG GOSTOSO QUE FALA EM ENSINA COISAS DE CORNO
VISITEM.










“Retração do chifre”

cornudo leitor deve estar se perguntando “Mas o que isso quer dizer?”.  OK! Vamos explicar.


É uma expressão para representar
 um casal que esteve ou está no 
começo da vida liberal ou 
vivendo as primeiras experiências. 
E que, apesar de identificar-se 
com as experiências, a mulher 
passou a desinteressar-se ou a 
desanimar e não mais querer
 viver experiências da liberdade 
sexual.












Muito recorrente e mais comum 
que se imagina, casais 
de Cornos Mansos e 
Chifradeiras, iniciam-se na vida 
liberal e aos poucos a mulher 
vai ficando com trauma de se 
entregar a outro homem, chegando 
a ponto de não querem mais 
este tipo de opção sexual. 

...É neste momento que surge um problema 
em casa
Ele 
quer ser Corno Manso 
            X
Ela não quer mais Chifrar”






Experiências relatadas por dezenas de casais 
que passaram por esta situação, somada
 a experiências conhecidas, encontramos algumas causas em comum
Maioria delas por destempero do corno manso, que na hora dos
 acontecimentos, teve atitudes imediatistas, impulsivas e mal 
administradas. Consciente ou inconsciente, essas atitudes agridem o 
que uma mulher tem de mais zelo, a sua moral.



Toda mulher, 
está presa a conceitos morais social 
que dizem que ela deve ser 
* recatada
* respeitada
* monogâmica
* fiel
* vestir-se com recato

e muitos outros absurdos e 
preconceitos sociais.


Ao ser convencida pelo 
companheiro a quebrar essas 
barreiras, ela aceita experimentar a 
vida liberal e
tem suas primeiras atitudes de 
mulher liberada.










Lançando-se, a mulher, em um mundo totalmente desconhecido (swing, ménage, chifres etc), depara-se com uma avalanche de cobiça direta e indiscriminada. Cada nova situação ela reage tentando agradar:

1- ao cornudo
2- não ser desagradável com o novo macho 3- Ao mesmo tempo não ferir a sua moral. 

É um momento de transição de conceitos de vida conjugal e social. É um momento muito difícil para uma mulher. 


Quando um companheiro convence sua amada a conhecer o mundo liberal,  é porque muita conversa já aconteceu, muitas vezes na hora de fazer amor  ele pediu e em muitas situações ele prometeu 
estar junto, ser compreensivo, amável e principalmente prometeu 
não julga-la durante e muito menos depois! 

Ou seja, o corno manso 
prometeu segurança emocional
e principalmente moral
Por essas promessas e por gostar 
de você, que sua amada aceita 
lhe realizar como um verdadeiro 
corno manso. Ela vestiu-se mais 
sensual, aceitou cantadas, 
pegadas, dançou, mostrou-se, 
elas te meteu um belo para de 
chifres e você (por opção) foi 
submisso a estes 
comportamentos e comportou-se 
como um verdadeiro corno manso. 
Não era o que você mesmo queria?


Pois bem, meu amigo corno manso...

É a partir de agora que as coisas mudam, 


pois até então foram teorias e promessas, mas na hora “h” 

você comete falhas que agride tudo 
o que já falamos sobre as mulheres.



É a partir deste momento em que você foi 
é ou está sendo corno manso...
É a partir deste momento em que você 
começa a ver seu chifre crescer...
É a partir deste momento em que você
 está conseguindo o que queria...
É a partir deste momento que você 
“troca os pés pelas mãos”. 

Com uma simples palavra, um simples gesto você acaba com o momento e faz sua amada retrair 
(e seu chifre também!). A reincidência de palavras, gestos e comportamento que não condizem 
com tudo aquilo que você prometeu durante o convencimento, põem todo trabalho a perder.
Uma sequência ou conjunto de atitudes não condizentes com suas promessas, ferem 
de maneira bruta e irreversível sua amada chifradeira. Falamos de ferimentos que nunca mais
 sairão da alma, ferimentos que pedido de desculpas ou até mesmo posterior mudança de comportamento 
por sua parte, no mínimo deixarão cicatrizes fortes, profundas e aparentes. 

Aos poucos sua amada, vai afastar-se do mundo liberal, vai impor dificuldades para que novas 
situações não aconteçam, os chifres irão diminuindo, até o dia em que vocês não mais viverão
 experiências de corno manso e chifradeira.
Tudo por culpa sua, somente sua! 
Lembre-se que sua amada fez porque você a convenceu, fez por você, para você

Culpa-la será mais uma ofensa e ferimento que você causará.

As consequências podem ser desastrosas para a relação.
É por isso, amigo leitor, que nossa dica principal é para que você fique muito atento no início da
 vida liberal. Realize tudo com calma, controle sua ansiedade por ter um chifre grande. 
Programe, planeje as primeiras experiências, prepare-se emocionalmente para ver o que quer 
o que não quer.Cumpra suas promessas de companheirismo, amor, dedicação, cumplicidade etc.

Cornitude é uma arte que não nasce pronta. Ser corno manso é construir dia a dia 
exige esforço, compreensão, tolerância.

começo de um casal, na vida liberal é a fase mais importante que existe. 
São as primeiras experiências, as primeiras lições que vão ditar o futuro
 são elas que vão dizer o quanto você será corno manso 
e quantos chifres virão.


Cornitude é idêntico a uma planta. Começa com a semente plantada, passa por regar
quando nasce, necessita de cuidados delicados, continuar a regar, proteger dos ferimentos
 e pragas(neste caso, suas atitudes ferinas).

Mal cuidada sua plantinha vai aos poucos secar e morrer.
Bem cuidada sua plantinha vai crescer forte, robusta e ter vida longa

 vai dar frutos e flores lindas.

A cada primavera novos galhos e flores surgirão
 igualmente serão chifres em sua testa!



Não deixe de ler na sessão “Extra da Matéria” 
veja vários relatos de erros comuns, cometidos por cornos. 
Preste muita atenção para não ser o próximo a cometê-los.

 Extra da matéria - ONDE EU ERREI?

A Seção "EXTRAS da MATÉRIA, representa opiniões deste que vos fala ou de nossos leitores
 em relação a matéria principal /capa do mês. Talvez alguma imagem possa estar fora do contexto, mas é utilizada para dizer algo a respeito.

Boa navegação!


Amigos cornos, novos e futuros cornos.

Muita atenção para esses relatos, pois são reais e representam dezenas de cornos 
que cometeram erros no começo da carreira.

No começo, todos pensavam que estavam tomando a atitude certa. Mas quando viram
 as consequências, perceberam tamanha gafe e os resultados colateral.

Atenção:
Para melhor compreensão, escolhemos relatos onde o começo são iguais ou muito parecidos. 
Por isso, ao iniciar a leitura imagine sempre a seguinte situação do casal

“Casados /noivos/ namorados a  anos, queria ver minha mulher dando para 
outros homens  Depois de meses/anos a convenci a irmos a uma casa de
 swing/festa liberal/grupo de pessoas liberais/teclar com outro cara
 pela internet (e outras formas de arrumar machos). Até o dia em que.



“Nossa primeira experiência foi ir a uma casa de
 swing, em um pré carnaval. Ela estava tensa e 
me pediu que nunca a deixasse sozinha. 
o que fiz algumas vezes para ver se ela 
se soltava, mas o resultado foi inverso. 
Ela odiou ter ido...”

(o marido relata no final 
que nada de diferente aconteceu na noite) 

     
“Participávamos de um grupo de internet, de casais liberais. Um dia a convenci de irmos a uma festa na casa particular) de um desses casais. Minha esposa estava vestida com um vestido bem decotado e os caras foram para cima o tempo todo conversando, brincando, pegando (tudo sem sexo, apenas pegação). Ela estava muito receptiva e a vontade com cantadas, cochadas e passadas de mão... A chamei de canto e a repreendi dizendo que ela parecida corrimão de escada. Foi o suficiente para ela se fechar neste dia e não querer ir mais em outros festas. Hoje sei que foi ciúmes idiota de minha parte...”


       
" ... frequentávamos uma casa de swing em SP. 
Minha noiva, adorava dançar no “queijo 
na pista de dança”, por os seios para fora e 
mostrar a calcinha minúscula q vestia. 
Eu sempre a acompanhava e ficava de olho 
em tudo que acontecia a nossa volta, adorava 
ver os machos apreciando, alguns passando as
mãos etc, fomos algumas vezes. Ela começou a 
impor dificuldades para irmos até deixarmos
 de frequentar. Eu demorei meses para entender 
o que ela sempre me falava “Quero que você 
me aprecie dançando, sem roupa, no queijo. 
“Quero que você me deseje que olhe para mim.
” Fui um burro, porque não entendi que ela 
estava no swing, estava gostando e daria para 
outros, porém a sedução ela queria fazer para mim...”



     
“Eu queria muito participar de grupos liberais, festas liberais, sexo grupal (apesar de eu nunca ficar com outra mulher, mas minha mulher transar com quem quisesse). Forcei e fomos a quatro festas particulares (casas de casais). Minha mulher odiou cada uma. Apesar de ter sido corno manso algumas vezes, ela sempre me dizia não gostar de suruba, sexo grupal... O problema é que eu não ouvi suas preferências, se eu tivesse continuado apenas com ménage, talvez ela continuasse a me chifrar...”
(bem coisa de corno afoito!)

     
“.quando aconteceu, tínhamos três
 experiências em ménage. Uma vez 
minha mulher viajou a trabalho.
 Eu a incentivei a paquerar, galinhar 
pegar alguém. Em uma noite
 de confraternização da turma em
 um restaurante dançante, uma
 paquera e esfregação discreta 
aconteceu. Ao retornarem ao hotel 
ela me ligou para me contar e disse 
que o macho estava esperando em 
uma área social do hotel para 
tomarem a “saideira”, eu a 
incentivei a incentivei a ir e ela foi. O problema é que fiquei esperando contato dela e fiquei muito 
agitado porque parecia demorar uma eternidade, eu queria dividir logo com ela o nosso tesão. Mais tarde 
quando ela me ligou relatou superficialmente e não era isso que eu esperava. Quando ela retornou a 
nossa cidade, saímos para tomar um chopp e eu queria detalhes, mas mais uma vez ela foi superficial. Meu ar, minha cara, meu comportamento de decepção foi inevitável, expressivo e aparente. Depois disso 
ela nunca mais fez nada quando viaja e não aceita meus incentivos porque entende que o que 
aconteceu me desagradou muito, sendo que na verdade eu só queria detalhes, riqueza de detalhes 
mas ela não entendeu assim. Hoje não fazemos mais , ménage e ela só aceita fantasias faladas.
(Á... ela disse que não deu para o cara, apenas foi cochada, pegou no pau e bateu uma para ele 
a verdade eu não sei e nem os detalhes)

      
“Minha esposa foi convocada para uma força tarefa em Brasília. Ficando lá por 16 dias. Através de um site swing arrumei, um macho para come-la. Tudo acertado, o cara passou para pega-la e foram direto para o motel. Eu ligava o tempo inteiro, de dez em dez minuto... estavam uma hora e meia no Motel e perceberam que eu não daria paz para eles treparem. Ele a levou de volta ao alojamento e ela me ligou, conversamos bastante por fone. 
O problema é que isso aconteceu logo na primeira semana de viagem. Ficou explícito meu ciúmes e dúvida sobre sua fidelidade nos próximos dias. Em seu retorno, enchi minha esposa de perguntas, repetindo todo o tempo perguntas. Ela se aborreceu e se arrependeu por ter vivido a experiência. Nunca mais quer repetir... Hoje sei que agi errado e planejei mal. Eu deveria ter feito isso na última noite, assim não teria motivo para dúvidas.” 

     
“Fizemos megane masculino por seis 
vezes. Amei ser corno manso 
adorava vê-la dando para outros 
machos. Uma vez a coloquei no 
meio de cinco machos para chupá-los
 (foi em um churrasco swing). A cada 
chifre eu ficava mais encantado 
com esse mundo, só conseguia 
pensar em putaria, em ser corno em
levar chifre e caçar machos para comer 
minha mulher. Por sua vez, minha 
mulher dava sinais que não 
queria viver de swing e me desejava sexualmente mais que outras praticas... Na cabeça dela, o
 que deveria ser brincadeira virou base. Na minha cabeça, eu nunca deixei faltar sexo entre nós 
dois. E neste impasse ela foi complicando as coisas e fazendo com que nos distanciássemos do 
mundo liberal, hoje não sou mais corno manso como que gostaria.

     
“Conversávamos muito sobre entrar para o mundo liberal. Na cama ela já me chamava de corno, corno manso, chifrudo, pedia para picas grande e grossas e falava putarias. Ela chegou a teclar com alguns caras por MSN e falava putarias para os caras. Algumas vezes, para sair,  ela se vestia muito provocante (se mostrando mesmo)... Acho que errei ao repreendê-la as vezes que ela quis ser mais ousada, mais puta, mais oferecida. O estranho é que eu pedia tudo isso a ela, mas quando acontecia era em lugares onde tínhamos conhecidos da vida social. Eu não soube mostrar a ela que o que eu queria era ter uma vida paralela, uma sexual liberal e outra social.... dei demonstrações de ciúmes, falei o que não devia e me expressei mal muitas vezes. 
Por falta de saber lidar com as situações, nunca consegui ser corno e ainda perdi o 
pouco de espaço que consegui, hoje 
só me resta ser corno manso na imaginação pois ela já descartou a possibilidade de me fazer 
corno manso na realidade....”

            
“Minha noiva já me chifrou duas vezes sem eu ver e mais quatro com minha participação como 
corno manso. As primeiras quando ela voltou fizemos amor gostoso... e nos chifres comigo presente 
ela disse que eu estava longe, distante, que dei importância mais para o sexo que para ela. Ela me 
pediu para pararmos com essas experiências porque ela se sentiu usada, objeto de sexo.... Por medo 
de perde-la estou atendendo seu pedido, só não sei por quanto tempo. 
Será que realmente eu fui ausente...?” 

7 comentários:

  1. adoro seus textos

    otimos e bem claros, ajudando muitos cornos!


    Adiciona meu blog na sua lista de favoritos?
    www.prazeresefantasias.blogspot.com

    Ja adicionei seu link no meu blog, espero uma visita e a parceria!

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  2. No meu caso aconteceu ao contrário.O histórico de cornagem veio de família,pois o comedor da minha sogra já havia comido minha esposa antes da gente começar a namorar.
    Durante nosso namoro,ela sutilmente foi me induzindo á cornitude,algo que jamais havia me passado pela cabeça.
    Inicialmente,minha esposa paquerava,trocava olhares e gestos discretamente com algum macho que ela havia achado interessante nos mais diversos lugares onde estivéssemos.Depois,veio a fase do exibicionismo e por fim a efetiva troca de contatos.E como eu sempre fui apaixonado e tarado por ela,fui aceitando sem perceber e quando dei por mim já estava começando a gostar da coisa.
    Mas foi algo que simplesmente aconteceu,sem imposições e sem traumas.
    Depois que nos casamos ela já está no quarto comedor fixo e doze comedores eventurais já comeram minha linda lourinha.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Excelente postagem pelo caraterdidático que ela possui.
    Agradeço e divulgo esse espaço para ajudar os cornos a não estragar a fonte dos seus chifres. Eu já passei por momentos tensos onde ruídos na comunicação atrapalharam o andamento das nossas fantasias.
    Hoje estamos em um momento de retração, graças a Deus que não por minha culpa é sim por causa de um vacilo do cara que saia com a gente que ficou perturbando ela.
    Mas mesmo assim é um momento tenso onde fica a dualidade do nosso desejo é do receio dela
    Estamos superando aos poucos através do diálogo e do estabelecimento de regras claras como não sair com gente da nossa cidade e etc.

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  5. Tenho 47 anos, mas pareço muiot menos... sou do rio de janeiro

    Gostaria de conhecer mulher liberal ou liberada pelo marido...

    o meu é Carlos mesmo... Sou casado e nunca fiz ménage ou tive amante... tenho vontade de fazer/ter... mas tenho imensos medos... o principal é questão de dst/aids.... gostaria de um parceira/casal saudável sem estas doenças e mesmo assim ...tudo com camisinha (até saber se a saude da parceira/casal tá legal).... gostaria de ter essa experiência;... e manter quem sabe essa parceria sexual com a gata/casal...sem comprometer nossas vidas pessoais... Mande fotos email: oxxigennio@oi.com.br ( se identifica)

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  6. sexo maravilhoso sequencia espetacular só gostosas
    Sexo Gratis

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